A automatização de processos robóticos e a cadeia de abastecimento |
Automatização de processos robóticos

O termo «cadeia de abastecimento» por si só pode ser retratado como unidades sem fim que estão envolvidas na produção e distribuição de um bem, ligadas entre si por um objetivo comum: conseguir dar resposta às exigências dos clientes da maneira mais eficiente e produtiva possível. Para alcançar este derradeiro objetivo, a gestão da cadeia de abastecimento tornou-se mais eficaz na designação de funções específicas para entidades, enquanto ainda operam com procedimentos padrão, para manterem a cadeia de abastecimento em movimento e a funcionar de forma consistente. E é aqui que entra a automatização de processos robóticos!

Hoje, as organizações estão a começar a explorar como pode a automatização servir áreas-chave desafiadoras na gestão da cadeia de abastecimento. Tais organizações estão interessadas em obter soluções que possam resultar num projeto operacional totalmente funcional, num modelo de entrega estável e eficiente e numa implementação bem-sucedida. A Automatização de Processos Robóticos (RPA – Robotic Process Automation) é um agente fundamental no panorama das cadeias de abastecimento. Espera-se que, até 2019, 72 % das empresas estejam a utilizar a RPA para minimizar custos, reduzir tempos de transação, aumentar a produtividade e melhorar os níveis de conformidade. Atualmente, a implementação da RPA na gestão da cadeia de abastecimento levou a um processo automatizado na área da seleção e contratação de fornecedores. Com a RPA, mostrou-se como os tempos de ciclo podem ser melhorados em 25 a 50 %, e o tempo de processamento em 15 a 45 %.

Os Digital Business Integrated Services da Teleperformance trabalham com os clientes para perceberem como adaptar-se às atuais inovações digitais disruptivas, incluindo como lidar com a necessidade crescente de automatização. Identificar o processo certo para a automatização é o primeiro passo para uma implementação da RPA bem-sucedida. O que se segue é adaptar este processo para torná-lo mais eficiente, e depois eliminar as barreiras que impedem o processo de funcionar sem atritos. Cumprindo estes passos, as organizações podem ver onde acontecem as fases iniciais dos défices, e podem receber ajuda para diminuir o risco e evitar que aconteçam novamente.


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